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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Ministério da Saúde reduz quantidade de sódio em temperos, caldos, cereais matinais e margarinas
O
Ministério da Saúde anunciou nesta terça feira o início da terceira etapa de
seu programa para reduzir o consumo de sódio pelos brasileiros. O ministro
Alexandre Padilha e o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de
Alimentação, Edmundo Klotz, assinaram um documento que estabelece metas
nacionais para reduzir o teor de sódio em diversos alimentos processados. O
termo de compromisso prevê diminuir a quantidade da substância em temperos,
caldos, cereais matinais e margarinas vegetais.
Nos documentos anteriores, foram regulados
macarrões instantâneos, bisnagas, pães de forma e francês, mistura para bolos,
salgadinhos de milho, batata frita, biscoitos e maionese. Somadas as três
etapas, a previsão é de que até 2020, estejam fora das prateleiras brasileiras
mais de 20.000 toneladas de sódio. A iniciativa faz parte do Plano de Ações
Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis,
lançado em agosto do ano passado.
O termo de compromisso estabelece o
acompanhamento das informações da rotulagem nutricional dos produtos e análises
laboratoriais destes alimentos. "Com esse novo termo, pretendemos oferecer
um alimento mais saudável, tanto no ambiente familiar quanto nos locais de
trabalho. O Brasil se antecipa às ações que a Organização Mundial de Saúde
pretende adotar em relação ao sódio. O modelo seguido pelo Ministério da Saúde
pode se tornar referência para outros países", afirma o ministro Padilha.
Coração — Segundo a
Organização Mundial de Saúde (OMS), a recomendação de consumo máximo de sal por
dia é de menos de cinco gramas por pessoa. No entanto, dados do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o brasileiro consome,
em média, 12 gramas por dia.
Esse consumo elevado pode trazer graves danos
à saúde da população. Uma pesquisa realizada em 2011 revelou que a hipertensão
arterial atinge 22,7% da população adulta no Brasil. Se o consumo de sódio for
reduzido para o valor recomendado pela OMS, as mortes por acidentes vasculares
cerebrais podem diminuir em 15%, e as mortes por infarto em 10%. Além disso, o
Ministério da Saúde estima que 1,5 milhão de brasileiros não precisariam de
medicação para hipertensão e a expectativa de vida seria aumentada em até
quatro anos.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Gabarito da prova de MFC - 27/06/2012
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terça-feira, 12 de junho de 2012
OMS alerta para casos de gonorreia resistente
Milhares
de pacientes com gonorreia podem ficar sem opções de tratamento. De acordo com
um alerta publicado nesta quarta-feira pela Organização Mundial de Saúde (OMS),
sete países já relataram casos de resistência ao antibiótico cefalosporina – a
última opção de terapia disponível hoje. Estima-se que anualmente 106 milhões
de pessoas se infectem com gonorreia, uma doença transmitida sexualmente.
Até o
momento, os países que registraram os casos de resistência são Austrália,
França, Japão, Noruega, Suécia e Grã-Bretanha. "A gonorreia está se
tornando um grave desafio de saúde pública, devido à alta incidência de
infecções e redução nas opções de tratamento", diz Manjula
Lusti-Narasimhan, do Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa da OMS.
"Os dados disponíveis mostram apenas a ponta do iceberg. Sem um
monitoramento adequado, não saberemos a extensão da resistência da gonorreia.
Sem pesquisa de novos agentes antibacterianos, pode não haver tratamento eficaz
em um curto prazo."
Medicação
– Entre as novas orientações
publicadas nesta quarta-feira pela OMS está a necessidade de um monitoramento
mais apurado de quais antibióticos são usados no tratamento da doença. O órgão
pede ainda que sejam realizadas mais pesquisas sobre possíveis tratamentos
alternativos para infecções pela bactéria gonococo – causadora da gonorreia.
"Estamos
muito preocupados com relatos recentes de falha no tratamento com a última
opção disponível, a classe de antibióticos cefalosporina. Isso porque não existe
nenhuma outra nova terapia em desenvolvimento", diz Lusti-Narasimhan.
"Se as infecções por gonococo se tornarem não tratáveis, as implicações
para a saúde serão significativas."
Fonte: VEJA Saúde
Confirmada a 16ª morte do ano causada por Gripe A em Santa Catarina
Foi
confirmada nesta terça-feira a 16ª morte do ano causada pelo vírus H1N1,
causador da Gripe A, no Estado. A informação é da Diretoria Estadual de
Vigilância Epidemiológica (Dive) de SC. A vítima fatal foi uma mulher de 43
anos, que morreu no dia 10 quando estava sendo transferida de Pomerode para
Blumenau.
A
notificação foi confirmada depois que o Laboratório Central (Lacen) emitiu o
resultado do exame clínico. Há outros 67 casos suspeitos sendo analisados. Os
dados contabilizados da Dive mostram que há um novo crescimento no total de
mortes assim como a quantidade de casos notificados no Estado. No ano passado,
foram confirmadas cinco contaminações, mas não houve nenhuma morte.
O maior
número foi em 2009, quando ocorreu a pandemia mundial da infecção. Naquele ano,
SC registrou 3.029 contaminações, sendo 144 mortes. Para a gerente de
Vigilância e Imunização Luciana Amorim, uma das possibilidades para a nova alta
nos registros seja o relaxamento no comportamento das pessoas.
— A
etiqueta da Gripe A está sendo esquecida pelas pessoas. Além disso, nem todos
se imunizaram durante o prazo — lembra ela. Neste ano, foram distribuídas 876
doses que imunizaram 92,56% da população, segundo os dados divulgados pelo
Ministério da Saúde.
Evite a
gripe:
- Ao
tossir ou espirrar, cubra o nariz e a boca com lenço descartável;
-
Mantenha os ambientes ventilados;
- Não
compartilhe alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
- Lave as
mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou
espirrar;
- Evite
aglomerações, ambientes fechados e contato com pessoas doentes;
- Adote
hábitos saudáveis com uma alimentação balanceada e líquidos;
- Não use
medicamentos sem orientação médica.
Fonte: Diário
Catarinense
quarta-feira, 6 de junho de 2012
House M.D. - resumo da quarta temporada
A
quarta temporada é recheada de mudanças. Sem equipe, o médico é obrigado a
contratar novos funcionários. Para isso, ele faz quase uma 'gincana' para
testar seus candidatos. Chase (Jesse Spencer) e Cameron (Jennifer Morrison)
continuam no Princeton-Plainsboro, mas Foreman (Omar Epps) agora trabalha em
outro lugar, comandando sua própria equipe, ao melhor estilo House (Hugh
Laurie) de ser. Como desobedece as ordens da diretora de seu novo local de
trabalho, é demitido e obrigado a pedir para voltar para seu antigo posto.
House
custa a escolher uma equipe e acaba contratando e demitindo vários funcionários
em cada capítulo. No episódio Games, manda embora a médica Amber (Anne Dudek), que
começa um relacionamento com James Wilson alguns capítulos para frente. No
episódio seguinte, já começa a tratar os pacientes com seu novo time, composto
por Chris Taub (Peter Jacobson), Lawrence Kutner (Kal Penn) e Thirteen (Olivia
Wilde).
No
penúltimo episódio, House sofre um grave acidente de ônibus, que deixa dezenas
de feridos. Ele aparece desorientado e coberto de sangue, sem conseguir lembrar-se
de como isso aconteceu. Mais tarde, descobre que a namorada de Wilson, Amber,
também estava no ônibus e está entre a vida e a morte. House e seu time tentam
a todo custo fazer com que a médica sobreviva, mas ela acaba morrendo. Wilson
fica desolado.
No
último capítulo, House força sua memória para tentar lembrar porque ele e Amber
estavam no mesmo ônibus. Bêbado na noite anterior ao acidente, um bartender
pega as chaves do carro do médico para que ele não saia dirigindo. Com isso,
House liga para que Wilson venha buscá-lo. Quem aparece é Amber. House pega um
ônibus e a médica o segue para entregar sua bengala.
Enquanto
força seu cérebro para lembrar-se do acidente, tem um ataque e acaba entrando
em coma. Quando acorda, vê Cuddy ao seu lado. Além disso, Thirtheen descobre
que sofre da doença de Huntington.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Dia mundial sem tabaco
Com o tema "Fumar: faz mal pra você, faz mal pro planeta", o município de Itajaí, através do seu Programa de Controle do Tabagismo, comemorou hoje o Dia Mundial Sem Tabaco, evento criado e estimulado pela OMS.
Durante toda a manhã deste dia 31 de maio várias equipes formadas por profissionais da saúde e voluntários, além do pessoal do Programa Itajaí Ativo, estiveram na rua Hercílio Luz distribuindo informações sobre os males do cigarro através de folderes, panfletos, cartazes e uma mostra de pulmões (reais, cedidos pela Univali) saudáveis e tomados por doenças relacionadas ao fumo.
Itajaí conta hoje com quatro unidades de saúde que realizam o programa de controle do tabagismo, com profissionais capacitados para auxiliar aqueles que desejam parar, através de trabalho cognitivo comportamental e fornecimento de medicação aos que necessitarem:
- Unidade Central, com enf. Ivone;
- UBS Votorantim, com dr. Julio;
- UBS Espinheiros, com dr. Alexandre;
- UBS Costa Cavalcante, com enf. Glaucia.
Todas essas equipes podem ser contatadas através da unidade central, com Ivone, no telefone (47) 3908-5639.
Abaixo, algumas imagens do evento desta quinta-feira:
Hospitais gastam mais com pacientes que fumam, aponta estudo
Uma pesquisa feita nos
Estados Unidos mostrou que as complicações de saúde causadas pelo tabagismo
após um procedimento cirúrgico contribuem de forma significativa para o aumento
dos gastos dos hospitais no país. Segundo o levantamento, publicado na edição
de junho do periódicoJournal of the American College
of Surgeons, problemas respiratórios apresentados por um
fumante após uma operação são os principais responsáveis por esse aumento.
De acordo com Aparna
Kamath, professora da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, e coordenadora
do estudo, estima-se que 30% de todos os pacientes que precisam passar por um
procedimento cirúrgico sejam fumantes.
A equipe de Kamath
analisou 14.853 pacientes que haviam se submetido a um procedimento cirúrgico
em um período de um ano. Dessas pessoas, 34% eram fumantes atuais, 39% eram
ex-fumantes e não fumavam há pelo menos um ano quando a operação aconteceu, e
27% não eram fumantes. Os pesquisadores também observaram os custos
hospitalares dos centros médicos em três áreas: nos procedimentos cirúrgicos,
nas operações que precisaram ser feitas após 30 dias da alta de um paciente e
nos gastos com as internações.
O estudo concluiu que os gastos com pacientes
fumantes eram maiores do que com não-fumantes, e o aumento dos custos se deveu
principalmente a complicações respiratórias causadas pelo tabagismo após um
procedimento cirúrgico.
Além disso, os resultados indicaram que os
gastos totais de internação foram 4% maiores quando o paciente era fumante em
comparação com pacientes que nunca haviam fumado — porcentagem que se traduziu
em cerca de 900 reais a mais para cada pessoa que passou por um procedimento
cirúrgico. Quando a complexidade da operação era maior, essa diferença aumentou
para 6%. No entanto, essa diferença nao foi significativa quando os
pesquisadores compararam ex-fumantes e não-fumantes.
Para Kamath, embora esses resultados não
tenham sido uma surpresa para a equipe, ajudam a reforçar a necessidade de
intervenções antitabagistas antes de um procedimento cirúrgico. "Os
médicos devem encorajar os pacientes a parar de fumar antes de serem operados
para que não tenham complicações respiratórias após a cirurgia", diz a
pesquisadora, que ressalta que mesmo períodos curtos de abstinência de cigarro
já são benéficos para a saúde.
"Embora nossa pesquisa não aborde
diretamente essa questão, as evidências sugerem que parar de fumar antes de uma
operação, mesmo de quatro a seis semanas antes do procedimento, melhora os
resultados pós-operatórios e diminui as complicações nos pacientes",
afirma.
Brasil — Uma pesquisa feita em
2010 na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostrou que, em 2005, 27,6% dos gastos
do Sistema Único de Saúde (SUS) com procedimentos relacionados ao câncer e a
doenças do aparelho circulatório e respiratório estavam relacionados ao tabagismo.
Esse número se traduziu, naquele ano, em quase 340 milhões de reais.
Essa pesquisa, publicada nos Cadernos de Saúde Pública,
também indicou que o tabagismo correspondeu a 7,7% dos custos totais do SUS em
procedimentos de quimioterapia em todas as patologias. Além disso, entre todas
as internações oferecidas pelo SUS naquele ano, 35,9% entre os homens e 27%
entre as mulheres puderam ser atribuídas ao tabagismo.
De acordo com dados da Vigilância de
Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por
Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2011, o número de fumantes está em queda no
Brasil. O porcentual de fumantes passou de 16,2%, em 2006, para 14,8%, em 2011.
Os homens ainda fumam mais (18,1%) do que as mulheres (12%), mas são eles que
lideram a redução do hábito: 25% dos homens declararam serem ex-fumantes.
Fonte: VEJA Saúde
Indústria do tabaco promove ataques cada vez mais agressivos, segundo OMS
A Organização Mundial
da Saúde (OMS) mostrou nesta quarta-feira que segue firme na guerra contra a
indústria do tabaco, acusada de usar a "intimidação" e de lançar
"ataques cada vez mais agressivos" para debilitar as políticas
públicas contra o cigarro. Em entrevista coletiva realizada às vésperas do Dia
Mundial sem Tabaco, celebrado nesta quinta, Douglas
Bettcher, diretor da Iniciativa Livre de Tabaco da OMS, pediu unidade para
resistir às artimanhas da indústria tabagista, que, por sua vez, tenta
"atingir" grupos de consumidores cada vez mais jovens. "Temos
que ser aliados nesta batalha contra a interferência da indústria do tabaco. A
OMS rejeita terminantemente suas tentativas de intimidação e todas suas sujas
artimanhas", declarou Bettcher.
O consumo de tabaco no mundo permanece
estável, com 20% da população mundial. Entre os homens, a prevalência é de 38%,
enquanto entre as mulheres é de 10%. "Em termos absolutos, o número de
fumantes gira em torno 1,1 bilhão em nível mundial, destacando uma tendência
específica ao aumento do consumo entre mulheres jovens da América Latina,
Europa e algumas partes da Ásia", apontou outro analista da OMS na luta
contra o tabaco, Armando Peruga. Segundo Peruga, essas regiões citadas
registram cada vez mais casos de adolescentes, entre 13 e 15 anos,
"viciados em nicotina", sendo que o consumo do tabaco é diretamente
responsável por doenças que causam a morte de 6 milhões de pessoas ao ano.
No último século, de acordo com Bettcher, o
tabaco provocou a morte de 100 milhões de pessoas. Seguindo as projeções, o
século XXI poderia registrar a morte de 1 bilhão de pessoas por causa do
tabaco. No entanto, as vítimas dessa indústria não são somente os fumantes, mas
também todos aqueles que inalam a fumaça produzida por outros. Um recente
estudo citado por Peruga revela que 300 mil pessoas no mundo morrem anualmente
por causas relacionadas à exposição da fumaça do tabaco e que, deste número,
120 mil são crianças menores de cinco anos.
Ofensiva da indústria — Em termos de
interferência da indústria com os processos legislativos nacionais, Peruga
citou os esforços que as companhias de tabaco fazem para impedir que a
Austrália introduza um novo pacote padrão para os maços de cigarros. A partir
de outubro, o governo australiano deve aplicar uma nova legislação que impedirá
que as empresas utilizem cores ou desenhos atrativos em torno de seus
logotipos. Dentro desta nova lei, os maços terão um padrão único para todas as
marcas.
A Nova Zelândia e a
Grã-Bretanha já declararam publicamente sua intenção de adotar uma medida
similar, em relação a apresentação dos maços de cigarros, em um prazo de dois
anos. "A indústria está desesperada porque estão perdendo suas opções de
espaços para fazer propaganda de seus produtos", disse Bettcher.
Dia sem cigarro — Um estudo feito
recentemente por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins mostrou que, no
Dia Mundial sem Tabaco, a procura por informações na internet sobre como parar
de fumar, assim como a divulgação de notícias sobre o assunto, aumentam em até
84% em países da América Latina. Segundo os pesquisadores, essa é uma das
primeiras vezes em que são estabelecidas evidências sobre os impactos da data
no comportamento dos fumantes. Esse trabalho foi publicado na edição deste mês
no periódico Journal
of Medical Internet Research.
Fonte: Agência EFE
Brasil gasta R$ 21 bi ao ano por causa de males do cigarro
O Brasil gastou no
ano passado 21 bilhões de reais no tratamento de pacientes com doenças
relacionadas ao cigarro, revela estudo inédito financiado pela Aliança de
Controle do Tabagismo (ACT). O valor equivale a 30% do orçamento do Ministério
da Saúde em 2011 e é 3,5 vezes maior do que a Receita Federal arrecadou com
produtos derivados ao tabaco no mesmo período.
A pesquisa foi divulgada na véspera do Dia
Mundial sem Cigarro, criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O estudo
demonstra ainda que o tabagismo é responsável por 13% das mortes no país. São
130 mil óbitos anuais (357 por dia).
Os resultados são fruto da análise de dados
de 15 doenças relacionadas ao cigarro. Quatro delas — cardíacas, pulmonar
obstrutiva crônica, câncer de pulmão e acidente vascular cerebral — responderam
por 83% dos gastos.
Os custos, segundo
uma das coordenadoras do estudo, a economista da Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz) Márcia Teixeira Pinto, são referentes às despesas tanto no Sistema
Único de Saúde (SUS) quanto na saúde suplementar. "Há tempos buscamos
números que indiquem o impacto do tabagismo na economia do país", diz a
diretora executiva da ACT, Paula Johns. Um dos argumentos da indústria do fumo
para frear medidas de prevenção é a alta arrecadação de impostos, além da alta
quantidade de empregos concentrada na atividade.
Aditivos — No debate mais
recente, feito durante a discussão da resolução da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) para proibição
de aditivos ao cigarro, a Associação dos
Fumicultores do Brasil (Afubra) apontou que em 2010 a indústria recolheu 9,3
bilhões de reais de tributos e gerou receita de 4,1 bilhões de reais. "Não
concordamos com o número apresentado por eles de arrecadação. Mesmo assim, é
mais do que a metade do gasto com doenças", afirma Paula.
Segundo ela, os
números mostram que ainda há muito o que ser feito no combate ao tabagismo.
Entre reivindicações está a regulamentação da lei que proíbe fumo em locais
públicos fechados e a da proibição de propaganda nos locais de venda.
Fumantes no Brasil — De acordo com dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para
Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2011, o número de
fumantes está em queda no Brasil. O porcentual de fumantes passou de 16,2%, em
2006, para 14,8%, em 2011. Os homens ainda fumam mais (18,1%) do que as
mulheres (12%), mas são eles que lideram a redução do hábito: 25% dos homens
declararam serem ex-fumantes.
Fonte: Agência Estado
terça-feira, 29 de maio de 2012
House M.D. - resumo da terceira temporada
House
(Hugh Laurie) esboça sinais de ter sentimentos logo no primeiro episódio,
quando trata um paciente que está preso a uma cadeira de rodas. O médico
insiste que ele pode voltar a andar, mas ninguém dá crédito às suas opiniões.
No final, Cuddy (Lisa Eldestein) tenta o tratamento proposto por House. O homem
volta a andar, mas a médica e Wilson (Robert Sean Leonard) decidem não contar
que deu certo, para que ele seja mais humilde em suas ações.
Nesta
temporada, ele também sofre com o assédio de uma jovem paciente, vivida por
Leighton Meester, que tenta a todo custo conquistá-lo durante dois ou três
episódios. Outro personagem que causa problemas para o protagonista é Michael
Tritter, que consegue enfraquecer a amizade de House e Wilson. Cameron e Chase
começam uma relação em segredo, mas logo são descobertos.
O
médico tem problemas para conseguir Vicodin, o que o deixa irritado. Cuddy
restringe seu acesso ao remédio, depois que ele é acusado de posse ilegal de
narcóticos. House enfrenta a Justiça e passa um curto período na reabilitação.
O final da temporada
é voltado para o fim de sua equipe. Foreman (Omar Epps) não agüenta mais House
e resolve que vai deixar o hospital. Chase (Jesse Spencer) é demitido. Cameron
(Jennifer Morisson) também decide abandonar o time.
domingo, 27 de maio de 2012
House M.D. - resumo da segunda temporada
A segunda
temporada é cheia de emoções e Gregory House (Hugh Laurie) está ainda mais
afinado com sua equipe. Em A Caça, o médico
trata um vizinho homossexual com Aids. Durante o tratamento, o paciente tosse
sangue na boca da médica Cameron (Jennifer Morisson), que passa boa parte da
trama preocupada por ter sido infectada com a doença.
A
temporada também é marcada pela ex de House, Stacy (Sela Ward). Os dois
discutem a relação passada e tentam reatar o romance em Falha de Comunicação e Preciso Saber. Nada dá certo e House se diz incapaz de
amar, apesar de sofrer com isso.
Em Sexo Mata, House causa polêmica ao desobedecer ao
Comitê de Transplantes. Seu paciente, que sofre de síndrome de
Fitz-Hugh-Curtis, precisa de um coração, mas não está apto a recebê-lo.
Irritado com a situação, ele usa o órgão de uma mulher morta, que também teve
os órgãos rejeitados pelo Comitê de Transplantes.
Além de
tudo isso, no final, o protagonista leva um tiro na perna de um ex-marido de
uma paciente. O caso nunca foi bem explicado, mas atiçou a curiosidade dos fãs
para uma próxima temporada.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
House M.D. - resumo da primeira temporada
Logo de
cara, Gregory House (Hugh Laurie) já é apresentado com a irreverência que vai
marcar todas as demais temporadas. Por ser a primeira, tem muitos episódios
marcantes. Entre eles, Maternidade, em que bebês são
infectados por bactérias e o médico acaba precisando perder um deles para
descobrir a cura. Sua primeira equipe é formada por Cameron (Jennifer
Morrison), Chase (Jesse Spencer) e Foreman (Omar Epps).
Os
métodos nada tradicionais para desvendar alguns diagnósticos causam polêmicas
logo nos primeiros capítulos. Quando um bilionário começa a financiar o
hospital, Cuddy (Lisa Eldestein) precisa defender a permanência do médico no
Princeton-Plainsboro. Sofrendo com dores na perna, ele é desafiado a ficar sem
tomar Vicodin. Além disso, House também precisa lutar para que sua equipe não
seja demitida.
House
também consegue seu primeiro problema com a Justiça. No episódio Me Deixe Morrer, ele trata um músico de jazz com
Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), que pede para não passar por procedimentos
de ressucitação. House, claro, o desobedece.
No
episódio 21, Três Histórias, a ex-mulher do
médico, Stacy (Sela Ward), aparece e pede que ele trate seu atual marido. Durante o
capítulo, ele relembra como ficou manco de uma perna. House se diagnosticou com
a 'morte' do músculo. Ao lado de Stacy consultou a Dr. Cuddy, que sugeriu
amputar o membro.
O médico
recusou e disse que desejava restaurar a circulação de sua perna, o que o
salvou da amputação, mas o condenou a uma vida de dor. Durante a operação,
Cuddy desobedeceu a uma das sugestões de House e retirou todo o tecido morto,
sem amputar a perna, o que deixou o membro desfigurado e não resolveu o
problema.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Variação genética pode determinar quantidade de cigarros que uma pessoa fuma
A quantidade de
cigarros que uma pessoa fuma por dia pode ser determinada por uma variação
genética, de acordo com uma nova pesquisa com mais de 30.000 participantes,
feita por 50 instituições médicas dos Estados Unidos.
O trabalho descobriu que os fumantes com uma
determinada variante genética consomem 30 cigarros a mais ao mês do que os
outros fumantes. Os resultados foram publicados nesta terça-feira no periódico
Translational Psychiatry e fazem parte do Estudo de Tabaco em Populações
Minoritárias (STOMP, na sigla em inglês), do Consórcio de Genética.
Os pesquisadores, que pertencem a
universidades como a de Stanford, de Indiana e de Washington, analisaram o
material genético de 32.389 indivíduos fumantes e não fumantes. Eles observaram
que uma determinada variação no gene que funciona como receptor de nicotina faz
com que a pessoa fume um cigarro a mais ao dia. Outra variante no mesmo gene já
havia sido anteriormente associada ao hábito de fumar.
Segundo Helena Furberg, uma das autoras do
trabalho, esses resultados podem possibilitar tratamentos específicos para o
vício entre as pessoas que carregam essa variação genética.
No entanto, como explica o coordenador do
estudo, Sean David, os fatores ambientais — como ter fácil acesso ao cigarro,
estar cercado por pessoas que fumam ou estar exposto a situações de stress que
levem um indivíduo a fumar mais, por exemplo — são tão importantes quanto
o fator genético e, por isso, também devem ser levados em consideração nas
abordagens contra o tabagismo.
Fonte: VEJA Saúde
EUA divulgam recomendação contra exame preventivo para câncer de próstata
Fazer exames
periódicos para a prevenção do câncer de próstata pode não trazer benefício
algum. É o que afirma a mais nova recomendação da Força Tarefa para Serviços
Preventivos dos Estados Unidos (USPSTF, sigla para United States Preventive
Services Task Force), um órgão do governo americano formado por um grupo
independente de especialistas em saúde preventiva. Em artigo publicado no
periódico Annals of Internal Medicine,
a USPSTF afirma que os prejuízos da triagem, independentemente da idade do
homem, são maiores do que os seus reais benefícios.
Em sua última recomendação, publicada em
2008, os pesquisadores da Força Tarefa haviam concluído que não havia
evidências que apoiassem a triagem para homens acima dos 75 anos de idade. Um
painel independente de especialistas revisou, no entanto, as evidências usadas
à época e concluiu que os danos da triagem com o antígeno específico de
próstata (PSA) são maiores do que os
benefícios. Na avaliação, foi levada em consideração apenas danos e benefícios
à saúde, mas não custos.
Prejuízos – Nos dois grandes
testes usados pela Força Tarefa, os homens eram assintomáticos. O primeiro,
conduzido nos Estados Unidos, não demonstrou redução alguma na mortalidade pelo
câncer como um resultado da triagem. O segundo, feito em sete países europeus,
descobriu uma redução de cerca de uma morte para cada 1.000 homens – em um
subgrupo de homens com idades entre 55 e 69 anos. Os resultados, no entanto,
foram evidentes apenas em dois países. Nos outros cinco, não houve uma redução
significativa nas mortes.
Segundo a USPSTF, fortes evidências mostram
que a triagem está associada a danos significativos. Aproximadamente 90% dos
homens que tiveram a doença detectada pela triagem passaram por tratamentos
precoces com cirurgia, radiação ou terapia de privação de hormônios masculinos.
Algumas evidências apontam, no entanto, que mais de cinco em 1.000 homens
morrem cerca de um mês após a cirurgia para o câncer. Entre 10 e 70 sobrevivem,
mas sofrerão ao longo da vida de efeitos colaterais, como incontinência
urinária e disfunção erétil e intestinal.
Conclusão precipitada — De acordo com William
J. Catalona, diretor médico da Fundação para Pesquisa Urológica e autor de um
editorial que acompanha a pesquisa, a recomendação da Força Tarefa tem
subestimado os benefícios e superestimado os danos da triagem. Ele e seus
coautores argumentam que a Força Tarefa – cujo painel não inclui urologistas ou
especialistas em câncer – baseia sua recomendação em estudos. Além disso, as
recomendações focam apenas na mortalidade e não levam em consideração a
dificuldade em se viver com um câncer avançado.
De acordo com Otis W. Brawley, diretor da
Sociedade Americana de Câncer e autor de um segundo comentário que acompanha a
publicação, o diagnóstico em demasia faz a triagem parecer salvar vidas quando
ela verdadeiramente não o faz. Isso porque muitos homens são diagnosticados com
câncer de próstata que poderia nunca progredir. Mas como são tratados, eles
pensam que a triagem salvou suas vidas. "Muitas pessoas têm uma fé cega na
detecção precoce do câncer", diz Brawley.
terça-feira, 22 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Sensibilidade materna ao glúten aumenta risco de esquizofrenia nos filhos
Mães que
são sensíveis ao glúten,
proteína presente no trigo, na cevada, na aveia e no centeio, podem influenciar
o risco de seus filhos terem problemas psiquiátricos, como esquizofrenia,
segundo pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia, e da Universidade
Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Essa é a primeira vez em que tal associação
é feita. Antes, o aumento das chances de distúrbios como esses só havia sido
relacionado com infecções e outras desordens inflamatórias maternas. O
resultado faz parte de uma pesquisa que será publicada na edição do mês de
junho do periódico American Journal of Psychiatry.
Os
pesquisadores analisaram dados do nascimento e amostras de sangue de 764
recém-nascidos entre 1975 e 1985. Eles mediram, no sangue dos bebês, os níveis
do anticorpo IgG, que ataca a proteína do leite de vaca e também a gliadina, um
dos componentes do glúten. Esse anticorpo, cuja presença determina a sensibilidade
que uma pessoa tem a esses alimentos, atravessa a placenta durante a gravidez
para conferir ao bebê imunidade.
Ao longo
dos anos seguintes, 211 dessas crianças desenvolveram alguma desordem
psiquiátrica, como esquizofrenia ou transtorno delirante. Os resultados
indicaram que crianças que tinham maiores níveis do anticorpo anti-gliadina
apresentaram o dobro de risco de terem um problema psiquiátrico do que as
crianças com quantidades normais do anticorpo. A associação continuou a mesma
mesmo depois de a equipe adequar os resultados para fatores que ajudam a
desencadear desordens psiquiátricas, como idade da gestante e peso do bebê ao
nascer.
De acordo
com Hakan Karlsson, que coordenou o trabalho, esses dados reforçam a ideia de
que os riscos de uma desordem psiquiátrica podem ser moldados por, além de
genes e estilo de vida, fatores associados à gestação da mãe. “No entanto, isso
não significa de maneira alguma que todo o tipo de sensibilidade a alimentos
provoquem esquizofrenia”, diz o pesquisador.
CONHEÇA
A PESQUISA:
Título
original: Maternal Antibodies to Dietary Antigens and Risk
for Nonaffective Psychosis in Offspring
Onde
foi divulgada: periódico American
Journal of Psychiatry
Quem
fez: Hakan Karlsson, Åsa
Blomström, Susanne Wicks, Shuojia Yang, Robert Yolken e Christina Dalman
Instituição: Instituto
Karolinska, Suécia, e Universidade Johns Hopkins Estados Unidos
Dados
de amostragem: 764
recém-nascidos
Resultado: Sensibilidade da mãe ao glúten está associada
ao dobro do risco do filho apresentar uma desordem psiquiátrica, como
esquizofrenia ou transtorno delirante, ao longo da vida
Fonte: Revista VEJA
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Comer ovos no café da manhã mantém a fome distante até o almoço
Um estudo descobriu que quando as pessoas
comem ovos mexidos no café da manhã ficam com menos fome na hora do almoço do
que aquelas que começam o dia com cereais. O estudo concluiu que um ovo é capaz
de fazer com que as pessoas se sintam satisfeitas por mais tempo do que outros
alimentos. As informações foram publicadas no Daily Mail.
No estudo, 20 pessoas saudáveis comeram no
café da manhã dois ovos mexidos ou uma tigela de cereal a cada dia, durante uma
semana. O Congresso Europeu sobre Obesidade disse que as refeições eram
semelhantes em tamanhos e tinham o mesmo número de calorias. Eles também tinham
a mesma quantidade de proteínas, carboidratos e gordura. Em seguida, na fase de
preparação para o almoço, os voluntários foram questionados sobre intensidade
de sua fome. Eles tiveram acesso a um buffet e a quantidade que cada um comeu
foi monitorada. Finalmente, exames de sangue foram feitas.
Os resultados mostraram que as pessoas se
sentiram mais completas após o café da manhã com ovo. Isto levou-os a comer
menos do buffet. Os exames de sangue mostraram diferenças distintas nos níveis
de hormônios do apetite. Os níveis de grelina, que é associado com a sensação
de fome, foram menores nos que comeram ovo. Esses efeitos de saciedade são
geralmente atribuídos ao elevado nível de proteína que ele contém.
Neste estudo, o
cereal continha a mesma quantidade de proteína que os ovos mexidos, e, com
isso, os investigadores da Louisiana State University deduziram que a qualidade
da proteína é importante.
Fonte: Portal Terra Saúde
Veja algumas dicas simples para perder peso
Sempre acontece o mesmo com todo mundo: as
pessoas prometem eliminar todos os alimentos ricos em gordura da dieta, mas no
dia seguinte voltam a comer biscoitos, aproveitam para tomar drinques no happy
hour e em pouco tempo, a dieta é sabotada.
Para ajudar essas
pessoas, o site Health fez
uma lista para ajudar as pessoas a perderem peso aos poucos, ajustando a dieta
à vida e ao dia a dia.
Troque a sua listinha de
prioridades: evite pedir pratos
elaborados nos restaurantes e determine alguns dias para comer apenas salada e
frango grelhado.
Fuja dos lanchinhos: evite comprar
salgadinhos, pipocas, chocolates ou todos esses pacotes de guloseimas que são
vendidos no supermercado. Te obrigar a ir ao mercado cada vez que te dá
vontade, faz você desistir de comer.
Faça um café da manhã de 300
calorias: misture proteínas,
grãos integrais e, com isso, você irá conseguir evitar devorar grandes pratos
na hora do almoço.
Mova-se: quando você já não
entrar mais na calça jeans, passe a dedicar pelo menos 20 minutos do dia para
uma corrida.
Pare de fumar: troque um vício pelo
outro: deixe de fumar e crie adoração pela academia. Esta é a melhor forma de
você se sentir mais saudável.
Faça uma limpeza: limpe sua despensa e
substitua os alimentos mais calóricos por sementes de girassol torradas ou
cereais de chocolate.
Torne seu happy hour mais
saudável: depois do trabalho,
as pessoas costumam combinar de sair para comer ou beber alguns drinques. No
lugar, combine uma caminhada ou exercícios em grupo.
Faça uma play list: carregue seu tocador
de músicas com sons animados e que te façam ter ainda mais vontade de fazer
exercícios e deixe seu treino animado.
Prefira os vegetais: acrescente vegetais
em alimentos que teoricamente seriam mais gordurosos como a pizza, por exemplo.
Faça exercícios de 5 minutos: faça alguns ataques
de exercícios nos tempos livres. Faça polichinelos ou abdominais durante
comerciais de televisão ou uma dança enquanto lava pratos.
Conselho Federal de Medicina define critérios de diagnóstico de anencefalia
O Conselho Federal de Medicina (CFM) definiu os critérios para
diagnóstico de fetos com anencefalia (sem cérebro ou parte dele). As regras
foram publicadas no "Diário Oficial da União" desta segunda-feira.
A chamada "anencefalia" é uma grave malformação fetal que
resulta da falha de fechamento do "tubo neural" (a estrutura que dá
origem ao cérebro e a medula espinhal), levando à ausência de cérebro, calota
craniana e couro cabeludo. A junção desses problemas impede qualquer
possibilidade de o bebê sobreviver, mesmo se chegar a nascer.
O Supremo Tribunal Federal (STF) legalizou há
um mês a interrupção da gravidez nesses casos. As grávidas de fetos anencéfalos
poderão optar por interromper a gestação com assistência médica e sem risco de
serem penalizadas.
Segundo a nova resolução, o diagnóstico de anencefalia deve ser feito
por exame de ultrassom realizado a partir da 12ª semana de gestação, contendo
fotos que demonstrem a ausência da calota craniana, além de laudo assinado por
dois médicos, capacitados para tal diagnóstico.
De acordo com o CFM, "concluído o diagnóstico de anencefalia, o
médico deve prestar à gestante todos os esclarecimentos que lhe forem
solicitados, garantindo a ela o direito de decidir livremente sobre a conduta a
ser adotada, sem impor sua autoridade para induzi-la a tomar qualquer decisão
ou para limitá-la naquilo que decidir".
"É direito da gestante solicitar a realização de junta médica ou
buscar outra opinião sobre o diagnóstico. Ante o diagnóstico de anencefalia, a
gestante tem o direito de manter a gravidez ou interromper imediatamente a
gravidez, independente do tempo de gestação, ou adiar essa decisão para outro
momento", diz o texto.
A resolução do CFM diz ainda que "se a gestante optar pela
manutenção da gravidez, ser-lheá assegurada assistência médica pré-natal
compatível com o diagnóstico. Tanto a gestante que optar pela manutenção da
gravidez quanto a que optar por sua interrupção receberão, se assim o
desejarem, assistência de equipe multiprofissional nos locais onde houver
disponibilidade."
Fonte: Portal G1
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