"Quereis ser médico, meu filho? Esta é a aspiração de uma alma generosa, de um espírito ávido de ciência.
Tens pensado bem no que há de ser a tua vida?"

- Esculápio -

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Gabarito da prova de MFC - 29/11/2012


1 – C

2 – B

3 – B

4 – C

5 – D

6 – E

7 – C

8 – E

9 – D

10 – B

11 – D

12 – A

13 – E

14 – F-F-V-F-V

15 – D

16 – D

17 – B

18 – A

19 – A

20 – C

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Gabarito da prova de MFC - 17/10/2012


1 – E

2 – D

3 – D

4 – B

5 – C

6 – B

7 – E

8 – F, V, V, F e V

9 – D

10 – A

11 – B

12 – E

13 – V, F, V, V e V

14 – E

15 – D

16 – C

17 – B

18 – B

19 – A

20 – D

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Gabarito da prova de MFC - 29/08/2012

1 - B
2 - C
3 - C
4 - C
5 - C
6 - E
7 - D
8 - A
9 - E
10 - E
11 - D
12 - D
13 - E
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17 - A
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19 - E
20 - D

Ministério da Saúde reduz quantidade de sódio em temperos, caldos, cereais matinais e margarinas


O Ministério da Saúde anunciou nesta terça feira o início da terceira etapa de seu programa para reduzir o consumo de sódio pelos brasileiros. O ministro Alexandre Padilha e o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação, Edmundo Klotz, assinaram um documento que estabelece metas nacionais para reduzir o teor de sódio em diversos alimentos processados. O termo de compromisso prevê diminuir a quantidade da substância em temperos, caldos, cereais matinais e margarinas vegetais. 
Nos documentos anteriores, foram regulados macarrões instantâneos, bisnagas, pães de forma e francês, mistura para bolos, salgadinhos de milho, batata frita, biscoitos e maionese. Somadas as três etapas, a previsão é de que até 2020, estejam fora das prateleiras brasileiras mais de 20.000 toneladas de sódio. A iniciativa faz parte do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, lançado em agosto do ano passado.
O termo de compromisso estabelece o acompanhamento das informações da rotulagem nutricional dos produtos e análises laboratoriais destes alimentos. "Com esse novo termo, pretendemos oferecer um alimento mais saudável, tanto no ambiente familiar quanto nos locais de trabalho. O Brasil se antecipa às ações que a Organização Mundial de Saúde pretende adotar em relação ao sódio. O modelo seguido pelo Ministério da Saúde pode se tornar referência para outros países", afirma o ministro Padilha.
Coração — Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a recomendação de consumo máximo de sal por dia é de menos de cinco gramas por pessoa. No entanto, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o brasileiro consome, em média, 12 gramas por dia.
Esse consumo elevado pode trazer graves danos à saúde da população. Uma pesquisa realizada em 2011 revelou que a hipertensão arterial atinge 22,7% da população adulta no Brasil. Se o consumo de sódio for reduzido para o valor recomendado pela OMS, as mortes por acidentes vasculares cerebrais podem diminuir em 15%, e as mortes por infarto em 10%. Além disso, o Ministério da Saúde estima que 1,5 milhão de brasileiros não precisariam de medicação para hipertensão e a expectativa de vida seria aumentada em até quatro anos.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Gabarito da prova de MFC - 27/06/2012

1 - C
2 - A
3 - C
4 - D
5 - E
6 - A
7 - E
8 - E
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13 - C
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16 - F - F - V - F - V - V - F - V
17 - C
18 - B
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terça-feira, 12 de junho de 2012

OMS alerta para casos de gonorreia resistente


Milhares de pacientes com gonorreia podem ficar sem opções de tratamento. De acordo com um alerta publicado nesta quarta-feira pela Organização Mundial de Saúde (OMS), sete países já relataram casos de resistência ao antibiótico cefalosporina – a última opção de terapia disponível hoje. Estima-se que anualmente 106 milhões de pessoas se infectem com gonorreia, uma doença transmitida sexualmente.
Até o momento, os países que registraram os casos de resistência são Austrália, França, Japão, Noruega, Suécia e Grã-Bretanha. "A gonorreia está se tornando um grave desafio de saúde pública, devido à alta incidência de infecções e redução nas opções de tratamento", diz Manjula Lusti-Narasimhan, do Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa da OMS. "Os dados disponíveis mostram apenas a ponta do iceberg. Sem um monitoramento adequado, não saberemos a extensão da resistência da gonorreia. Sem pesquisa de novos agentes antibacterianos, pode não haver tratamento eficaz em um curto prazo."
Medicação – Entre as novas orientações publicadas nesta quarta-feira pela OMS está a necessidade de um monitoramento mais apurado de quais antibióticos são usados no tratamento da doença. O órgão pede ainda que sejam realizadas mais pesquisas sobre possíveis tratamentos alternativos para infecções pela bactéria gonococo – causadora da gonorreia.
"Estamos muito preocupados com relatos recentes de falha no tratamento com a última opção disponível, a classe de antibióticos cefalosporina. Isso porque não existe nenhuma outra nova terapia em desenvolvimento", diz Lusti-Narasimhan. "Se as infecções por gonococo se tornarem não tratáveis, as implicações para a saúde serão significativas."
Fonte: VEJA Saúde

Confirmada a 16ª morte do ano causada por Gripe A em Santa Catarina


Foi confirmada nesta terça-feira a 16ª morte do ano causada pelo vírus H1N1, causador da Gripe A, no Estado. A informação é da Diretoria Estadual de Vigilância Epidemiológica (Dive) de SC. A vítima fatal foi uma mulher de 43 anos, que morreu no dia 10 quando estava sendo transferida de Pomerode para Blumenau.
A notificação foi confirmada depois que o Laboratório Central (Lacen) emitiu o resultado do exame clínico. Há outros 67 casos suspeitos sendo analisados. Os dados contabilizados da Dive mostram que há um novo crescimento no total de mortes assim como a quantidade de casos notificados no Estado. No ano passado, foram confirmadas cinco contaminações, mas não houve nenhuma morte.
O maior número foi em 2009, quando ocorreu a pandemia mundial da infecção. Naquele ano, SC registrou 3.029 contaminações, sendo 144 mortes. Para a gerente de Vigilância e Imunização Luciana Amorim, uma das possibilidades para a nova alta nos registros seja o relaxamento no comportamento das pessoas.
— A etiqueta da Gripe A está sendo esquecida pelas pessoas. Além disso, nem todos se imunizaram durante o prazo — lembra ela. Neste ano, foram distribuídas 876 doses que imunizaram 92,56% da população, segundo os dados divulgados pelo Ministério da Saúde.
Evite a gripe:
- Ao tossir ou espirrar, cubra o nariz e a boca com lenço descartável;
- Mantenha os ambientes ventilados;
- Não compartilhe alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
- Lave as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar;
- Evite aglomerações, ambientes fechados e contato com pessoas doentes;
- Adote hábitos saudáveis com uma alimentação balanceada e líquidos;
- Não use medicamentos sem orientação médica.
Fonte: Diário Catarinense

quarta-feira, 6 de junho de 2012

House M.D. - resumo da quarta temporada


A quarta temporada é recheada de mudanças. Sem equipe, o médico é obrigado a contratar novos funcionários. Para isso, ele faz quase uma 'gincana' para testar seus candidatos. Chase (Jesse Spencer) e Cameron (Jennifer Morrison) continuam no Princeton-Plainsboro, mas Foreman (Omar Epps) agora trabalha em outro lugar, comandando sua própria equipe, ao melhor estilo House (Hugh Laurie) de ser. Como desobedece as ordens da diretora de seu novo local de trabalho, é demitido e obrigado a pedir para voltar para seu antigo posto.
House custa a escolher uma equipe e acaba contratando e demitindo vários funcionários em cada capítulo. No episódio Games, manda embora a médica Amber (Anne Dudek), que começa um relacionamento com James Wilson alguns capítulos para frente. No episódio seguinte, já começa a tratar os pacientes com seu novo time, composto por Chris Taub (Peter Jacobson), Lawrence Kutner (Kal Penn) e Thirteen (Olivia Wilde).
No penúltimo episódio, House sofre um grave acidente de ônibus, que deixa dezenas de feridos. Ele aparece desorientado e coberto de sangue, sem conseguir lembrar-se de como isso aconteceu. Mais tarde, descobre que a namorada de Wilson, Amber, também estava no ônibus e está entre a vida e a morte. House e seu time tentam a todo custo fazer com que a médica sobreviva, mas ela acaba morrendo. Wilson fica desolado.
No último capítulo, House força sua memória para tentar lembrar porque ele e Amber estavam no mesmo ônibus. Bêbado na noite anterior ao acidente, um bartender pega as chaves do carro do médico para que ele não saia dirigindo. Com isso, House liga para que Wilson venha buscá-lo. Quem aparece é Amber. House pega um ônibus e a médica o segue para entregar sua bengala.
Enquanto força seu cérebro para lembrar-se do acidente, tem um ataque e acaba entrando em coma. Quando acorda, vê Cuddy ao seu lado. Além disso, Thirtheen descobre que sofre da doença de Huntington.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Dia mundial sem tabaco

Com o tema "Fumar: faz mal pra você, faz mal pro planeta", o município de Itajaí, através do seu Programa de Controle do Tabagismo, comemorou hoje o Dia Mundial Sem Tabaco, evento criado e estimulado pela OMS.
Durante toda a manhã deste dia 31 de maio várias equipes formadas por profissionais da saúde e voluntários, além do pessoal do Programa Itajaí Ativo, estiveram na rua Hercílio Luz distribuindo informações sobre os males do cigarro através de folderes, panfletos, cartazes e uma mostra de pulmões (reais, cedidos pela Univali) saudáveis e tomados por doenças relacionadas ao fumo.
Itajaí conta hoje com quatro unidades de saúde que realizam o programa de controle do tabagismo, com profissionais capacitados para auxiliar aqueles que desejam parar, através de trabalho cognitivo comportamental e fornecimento de medicação aos que necessitarem:
- Unidade Central, com enf. Ivone;
- UBS Votorantim, com dr. Julio;
- UBS Espinheiros, com dr. Alexandre; 
- UBS Costa Cavalcante, com enf. Glaucia.
Todas essas equipes podem ser contatadas através da unidade central, com Ivone, no telefone (47) 3908-5639.
Abaixo, algumas imagens do evento desta quinta-feira:

















Hospitais gastam mais com pacientes que fumam, aponta estudo


Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostrou que as complicações de saúde causadas pelo tabagismo após um procedimento cirúrgico contribuem de forma significativa para o aumento dos gastos dos hospitais no país. Segundo o levantamento, publicado na edição de junho do periódicoJournal of the American College of Surgeons, problemas respiratórios apresentados por um fumante após uma operação são os principais responsáveis por esse aumento.
De acordo com Aparna Kamath, professora da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, e coordenadora do estudo, estima-se que 30% de todos os pacientes que precisam passar por um procedimento cirúrgico sejam fumantes.
A equipe de Kamath analisou 14.853 pacientes que haviam se submetido a um procedimento cirúrgico em um período de um ano. Dessas pessoas, 34% eram fumantes atuais, 39% eram ex-fumantes e não fumavam há pelo menos um ano quando a operação aconteceu, e 27% não eram fumantes. Os pesquisadores também observaram os custos hospitalares dos centros médicos em três áreas: nos procedimentos cirúrgicos, nas operações que precisaram ser feitas após 30 dias da alta de um paciente e nos gastos com as internações.
O estudo concluiu que os gastos com pacientes fumantes eram maiores do que com não-fumantes, e o aumento dos custos se deveu principalmente a complicações respiratórias causadas pelo tabagismo após um procedimento cirúrgico.
Além disso, os resultados indicaram que os gastos totais de internação foram 4% maiores quando o paciente era fumante em comparação com pacientes que nunca haviam fumado — porcentagem que se traduziu em cerca de 900 reais a mais para cada pessoa que passou por um procedimento cirúrgico. Quando a complexidade da operação era maior, essa diferença aumentou para 6%. No entanto, essa diferença nao foi significativa quando os pesquisadores compararam ex-fumantes e não-fumantes.
Para Kamath, embora esses resultados não tenham sido uma surpresa para a equipe, ajudam a reforçar a necessidade de intervenções antitabagistas antes de um procedimento cirúrgico. "Os médicos devem encorajar os pacientes a parar de fumar antes de serem operados para que não tenham complicações respiratórias após a cirurgia", diz a pesquisadora, que ressalta que mesmo períodos curtos de abstinência de cigarro já são benéficos para a saúde.
"Embora nossa pesquisa não aborde diretamente essa questão, as evidências sugerem que parar de fumar antes de uma operação, mesmo de quatro a seis semanas antes do procedimento, melhora os resultados pós-operatórios e diminui as complicações nos pacientes", afirma.
Brasil — Uma pesquisa feita em 2010 na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostrou que, em 2005, 27,6% dos gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com procedimentos relacionados ao câncer e a doenças do aparelho circulatório e respiratório estavam relacionados ao tabagismo. Esse número se traduziu, naquele ano, em quase 340 milhões de reais.
Essa pesquisa, publicada nos Cadernos de Saúde Pública, também indicou que o tabagismo correspondeu a 7,7% dos custos totais do SUS em procedimentos de quimioterapia em todas as patologias. Além disso, entre todas as internações oferecidas pelo SUS naquele ano, 35,9% entre os homens e 27% entre as mulheres puderam ser atribuídas ao tabagismo.
De acordo com dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2011, o número de fumantes está em queda no Brasil. O porcentual de fumantes passou de 16,2%, em 2006, para 14,8%, em 2011. Os homens ainda fumam mais (18,1%) do que as mulheres (12%), mas são eles que lideram a redução do hábito: 25% dos homens declararam serem ex-fumantes.
Fonte: VEJA Saúde

Indústria do tabaco promove ataques cada vez mais agressivos, segundo OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou nesta quarta-feira que segue firme na guerra contra a indústria do tabaco, acusada de usar a "intimidação" e de lançar "ataques cada vez mais agressivos" para debilitar as políticas públicas contra o cigarro. Em entrevista coletiva realizada às vésperas do Dia Mundial sem Tabaco, celebrado nesta quinta, Douglas Bettcher, diretor da Iniciativa Livre de Tabaco da OMS, pediu unidade para resistir às artimanhas da indústria tabagista, que, por sua vez, tenta "atingir" grupos de consumidores cada vez mais jovens. "Temos que ser aliados nesta batalha contra a interferência da indústria do tabaco. A OMS rejeita terminantemente suas tentativas de intimidação e todas suas sujas artimanhas", declarou Bettcher.
O consumo de tabaco no mundo permanece estável, com 20% da população mundial. Entre os homens, a prevalência é de 38%, enquanto entre as mulheres é de 10%. "Em termos absolutos, o número de fumantes gira em torno 1,1 bilhão em nível mundial, destacando uma tendência específica ao aumento do consumo entre mulheres jovens da América Latina, Europa e algumas partes da Ásia", apontou outro analista da OMS na luta contra o tabaco, Armando Peruga. Segundo Peruga, essas regiões citadas registram cada vez mais casos de adolescentes, entre 13 e 15 anos, "viciados em nicotina", sendo que o consumo do tabaco é diretamente responsável por doenças que causam a morte de 6 milhões de pessoas ao ano.
No último século, de acordo com Bettcher, o tabaco provocou a morte de 100 milhões de pessoas. Seguindo as projeções, o século XXI poderia registrar a morte de 1 bilhão de pessoas por causa do tabaco. No entanto, as vítimas dessa indústria não são somente os fumantes, mas também todos aqueles que inalam a fumaça produzida por outros. Um recente estudo citado por Peruga revela que 300 mil pessoas no mundo morrem anualmente por causas relacionadas à exposição da fumaça do tabaco e que, deste número, 120 mil são crianças menores de cinco anos.
Ofensiva da indústria — Em termos de interferência da indústria com os processos legislativos nacionais, Peruga citou os esforços que as companhias de tabaco fazem para impedir que a Austrália introduza um novo pacote padrão para os maços de cigarros. A partir de outubro, o governo australiano deve aplicar uma nova legislação que impedirá que as empresas utilizem cores ou desenhos atrativos em torno de seus logotipos. Dentro desta nova lei, os maços terão um padrão único para todas as marcas.
A Nova Zelândia e a Grã-Bretanha já declararam publicamente sua intenção de adotar uma medida similar, em relação a apresentação dos maços de cigarros, em um prazo de dois anos. "A indústria está desesperada porque estão perdendo suas opções de espaços para fazer propaganda de seus produtos", disse Bettcher.
Dia sem cigarro — Um estudo feito recentemente por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins mostrou que, no Dia Mundial sem Tabaco, a procura por informações na internet sobre como parar de fumar, assim como a divulgação de notícias sobre o assunto, aumentam em até 84% em países da América Latina. Segundo os pesquisadores, essa é uma das primeiras vezes em que são estabelecidas evidências sobre os impactos da data no comportamento dos fumantes. Esse trabalho foi publicado na edição deste mês no periódico Journal of Medical Internet Research.
Fonte: Agência EFE

Brasil gasta R$ 21 bi ao ano por causa de males do cigarro


O Brasil gastou no ano passado 21 bilhões de reais no tratamento de pacientes com doenças relacionadas ao cigarro, revela estudo inédito financiado pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT). O valor equivale a 30% do orçamento do Ministério da Saúde em 2011 e é 3,5 vezes maior do que a Receita Federal arrecadou com produtos derivados ao tabaco no mesmo período.
A pesquisa foi divulgada na véspera do Dia Mundial sem Cigarro, criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O estudo demonstra ainda que o tabagismo é responsável por 13% das mortes no país. São 130 mil óbitos anuais (357 por dia).
Os resultados são fruto da análise de dados de 15 doenças relacionadas ao cigarro. Quatro delas — cardíacas, pulmonar obstrutiva crônica, câncer de pulmão e acidente vascular cerebral — responderam por 83% dos gastos.
Os custos, segundo uma das coordenadoras do estudo, a economista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Márcia Teixeira Pinto, são referentes às despesas tanto no Sistema Único de Saúde (SUS) quanto na saúde suplementar. "Há tempos buscamos números que indiquem o impacto do tabagismo na economia do país", diz a diretora executiva da ACT, Paula Johns. Um dos argumentos da indústria do fumo para frear medidas de prevenção é a alta arrecadação de impostos, além da alta quantidade de empregos concentrada na atividade.
Aditivos No debate mais recente, feito durante a discussão da resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para proibição de aditivos ao cigarro, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) apontou que em 2010 a indústria recolheu 9,3 bilhões de reais de tributos e gerou receita de 4,1 bilhões de reais. "Não concordamos com o número apresentado por eles de arrecadação. Mesmo assim, é mais do que a metade do gasto com doenças", afirma Paula.
Segundo ela, os números mostram que ainda há muito o que ser feito no combate ao tabagismo. Entre reivindicações está a regulamentação da lei que proíbe fumo em locais públicos fechados e a da proibição de propaganda nos locais de venda.
Fumantes no Brasil  De acordo com dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2011, o número de fumantes está em queda no Brasil. O porcentual de fumantes passou de 16,2%, em 2006, para 14,8%, em 2011. Os homens ainda fumam mais (18,1%) do que as mulheres (12%), mas são eles que lideram a redução do hábito: 25% dos homens declararam serem ex-fumantes.
Fonte: Agência Estado

terça-feira, 29 de maio de 2012

House M.D. - resumo da terceira temporada


House (Hugh Laurie) esboça sinais de ter sentimentos logo no primeiro episódio, quando trata um paciente que está preso a uma cadeira de rodas. O médico insiste que ele pode voltar a andar, mas ninguém dá crédito às suas opiniões. No final, Cuddy (Lisa Eldestein) tenta o tratamento proposto por House. O homem volta a andar, mas a médica e Wilson (Robert Sean Leonard) decidem não contar que deu certo, para que ele seja mais humilde em suas ações.
Nesta temporada, ele também sofre com o assédio de uma jovem paciente, vivida por Leighton Meester, que tenta a todo custo conquistá-lo durante dois ou três episódios. Outro personagem que causa problemas para o protagonista é Michael Tritter, que consegue enfraquecer a amizade de House e Wilson. Cameron e Chase começam uma relação em segredo, mas logo são descobertos.
O médico tem problemas para conseguir Vicodin, o que o deixa irritado. Cuddy restringe seu acesso ao remédio, depois que ele é acusado de posse ilegal de narcóticos. House enfrenta a Justiça e passa um curto período na reabilitação.
O final da temporada é voltado para o fim de sua equipe. Foreman (Omar Epps) não agüenta mais House e resolve que vai deixar o hospital. Chase (Jesse Spencer) é demitido. Cameron (Jennifer Morisson) também decide abandonar o time.

domingo, 27 de maio de 2012

House M.D. - resumo da segunda temporada

A segunda temporada é cheia de emoções e Gregory House (Hugh Laurie) está ainda mais afinado com sua equipe. Em A Caça, o médico trata um vizinho homossexual com Aids. Durante o tratamento, o paciente tosse sangue na boca da médica Cameron (Jennifer Morisson), que passa boa parte da trama preocupada por ter sido infectada com a doença.
A temporada também é marcada pela ex de House, Stacy (Sela Ward). Os dois discutem a relação passada e tentam reatar o romance em Falha de Comunicação e Preciso Saber. Nada dá certo e House se diz incapaz de amar, apesar de sofrer com isso.
Em Sexo Mata, House causa polêmica ao desobedecer ao Comitê de Transplantes. Seu paciente, que sofre de síndrome de Fitz-Hugh-Curtis, precisa de um coração, mas não está apto a recebê-lo. Irritado com a situação, ele usa o órgão de uma mulher morta, que também teve os órgãos rejeitados pelo Comitê de Transplantes.
Além de tudo isso, no final, o protagonista leva um tiro na perna de um ex-marido de uma paciente. O caso nunca foi bem explicado, mas atiçou a curiosidade dos fãs para uma próxima temporada.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

House M.D. - resumo da primeira temporada


Logo de cara, Gregory House (Hugh Laurie) já é apresentado com a irreverência que vai marcar todas as demais temporadas. Por ser a primeira, tem muitos episódios marcantes. Entre eles, Maternidade, em que bebês são infectados por bactérias e o médico acaba precisando perder um deles para descobrir a cura. Sua primeira equipe é formada por Cameron (Jennifer Morrison), Chase (Jesse Spencer) e Foreman (Omar Epps).
Os métodos nada tradicionais para desvendar alguns diagnósticos causam polêmicas logo nos primeiros capítulos. Quando um bilionário começa a financiar o hospital, Cuddy (Lisa Eldestein) precisa defender a permanência do médico no Princeton-Plainsboro. Sofrendo com dores na perna, ele é desafiado a ficar sem tomar Vicodin. Além disso, House também precisa lutar para que sua equipe não seja demitida.
House também consegue seu primeiro problema com a Justiça. No episódio Me Deixe Morrer, ele trata um músico de jazz com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), que pede para não passar por procedimentos de ressucitação. House, claro, o desobedece.
No episódio 21, Três Histórias, a ex-mulher do médico, Stacy (Sela Ward), aparece e pede que ele trate seu atual marido. Durante o capítulo, ele relembra como ficou manco de uma perna. House se diagnosticou com a 'morte' do músculo. Ao lado de Stacy consultou a Dr. Cuddy, que sugeriu amputar o membro.
O médico recusou e disse que desejava restaurar a circulação de sua perna, o que o salvou da amputação, mas o condenou a uma vida de dor. Durante a operação, Cuddy desobedeceu a uma das sugestões de House e retirou todo o tecido morto, sem amputar a perna, o que deixou o membro desfigurado e não resolveu o problema.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Variação genética pode determinar quantidade de cigarros que uma pessoa fuma


A quantidade de cigarros que uma pessoa fuma por dia pode ser determinada por uma variação genética, de acordo com uma nova pesquisa com mais de 30.000 participantes, feita por 50 instituições médicas dos Estados Unidos.
O trabalho descobriu que os fumantes com uma determinada variante genética consomem 30 cigarros a mais ao mês do que os outros fumantes. Os resultados foram publicados nesta terça-feira no periódico Translational Psychiatry e fazem parte do Estudo de Tabaco em Populações Minoritárias (STOMP, na sigla em inglês), do Consórcio de Genética.
Os pesquisadores, que pertencem a universidades como a de Stanford, de Indiana e de Washington, analisaram o material genético de 32.389 indivíduos fumantes e não fumantes. Eles observaram que uma determinada variação no gene que funciona como receptor de nicotina faz com que a pessoa fume um cigarro a mais ao dia. Outra variante no mesmo gene já havia sido anteriormente associada ao hábito de fumar.
Segundo Helena Furberg, uma das autoras do trabalho, esses resultados podem possibilitar tratamentos específicos para o vício entre as pessoas que carregam essa variação genética.
No entanto, como explica o coordenador do estudo, Sean David, os fatores ambientais — como ter fácil acesso ao cigarro, estar cercado por pessoas que fumam ou estar exposto a situações de stress que levem um indivíduo a fumar mais, por exemplo —  são tão importantes quanto o fator genético e, por isso, também devem ser levados em consideração nas abordagens contra o tabagismo.
Fonte: VEJA Saúde

EUA divulgam recomendação contra exame preventivo para câncer de próstata


Fazer exames periódicos para a prevenção do câncer de próstata pode não trazer benefício algum. É o que afirma a mais nova recomendação da Força Tarefa para Serviços Preventivos dos Estados Unidos (USPSTF, sigla para United States Preventive Services Task Force), um órgão do governo americano formado por um grupo independente de especialistas em saúde preventiva. Em artigo publicado no periódico Annals of Internal Medicine, a USPSTF afirma que os prejuízos da triagem, independentemente da idade do homem, são maiores do que os seus reais benefícios.
Em sua última recomendação, publicada em 2008, os pesquisadores da Força Tarefa haviam concluído que não havia evidências que apoiassem a triagem para homens acima dos 75 anos de idade. Um painel independente de especialistas revisou, no entanto, as evidências usadas à época e concluiu que os danos da triagem com o antígeno específico de próstata (PSA) são maiores do que os benefícios. Na avaliação, foi levada em consideração apenas danos e benefícios à saúde, mas não custos.
Prejuízos – Nos dois grandes testes usados pela Força Tarefa, os homens eram assintomáticos. O primeiro, conduzido nos Estados Unidos, não demonstrou redução alguma na mortalidade pelo câncer como um resultado da triagem. O segundo, feito em sete países europeus, descobriu uma redução de cerca de uma morte para cada 1.000 homens – em um subgrupo de homens com idades entre 55 e 69 anos. Os resultados, no entanto, foram evidentes apenas em dois países. Nos outros cinco, não houve uma redução significativa nas mortes.
Segundo a USPSTF, fortes evidências mostram que a triagem está associada a danos significativos. Aproximadamente 90% dos homens que tiveram a doença detectada pela triagem passaram por tratamentos precoces com cirurgia, radiação ou terapia de privação de hormônios masculinos. Algumas evidências apontam, no entanto, que mais de cinco em 1.000 homens morrem cerca de um mês após a cirurgia para o câncer. Entre 10 e 70 sobrevivem, mas sofrerão ao longo da vida de efeitos colaterais, como incontinência urinária e disfunção erétil e intestinal.
Conclusão precipitada — De acordo com William J. Catalona, diretor médico da Fundação para Pesquisa Urológica e autor de um editorial que acompanha a pesquisa, a recomendação da Força Tarefa tem subestimado os benefícios e superestimado os danos da triagem. Ele e seus coautores argumentam que a Força Tarefa – cujo painel não inclui urologistas ou especialistas em câncer – baseia sua recomendação em estudos. Além disso, as recomendações focam apenas na mortalidade e não levam em consideração a dificuldade em se viver com um câncer avançado.
De acordo com Otis W. Brawley, diretor da Sociedade Americana de Câncer e autor de um segundo comentário que acompanha a publicação, o diagnóstico em demasia faz a triagem parecer salvar vidas quando ela verdadeiramente não o faz. Isso porque muitos homens são diagnosticados com câncer de próstata que poderia nunca progredir. Mas como são tratados, eles pensam que a triagem salvou suas vidas. "Muitas pessoas têm uma fé cega na detecção precoce do câncer", diz Brawley.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Sensibilidade materna ao glúten aumenta risco de esquizofrenia nos filhos


Mães que são sensíveis ao glúten, proteína presente no trigo, na cevada, na aveia e no centeio, podem influenciar o risco de seus filhos terem problemas psiquiátricos, como esquizofrenia, segundo pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia, e da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Essa é a primeira vez em que tal associação é feita. Antes, o aumento das chances de distúrbios como esses só havia sido relacionado com infecções e outras desordens inflamatórias maternas. O resultado faz parte de uma pesquisa que será publicada na edição do mês de junho do periódico American Journal of Psychiatry.
Os pesquisadores analisaram dados do nascimento e amostras de sangue de 764 recém-nascidos entre 1975 e 1985. Eles mediram, no sangue dos bebês, os níveis do anticorpo IgG, que ataca a proteína do leite de vaca e também a gliadina, um dos componentes do glúten. Esse anticorpo, cuja presença determina a sensibilidade que uma pessoa tem a esses alimentos, atravessa a placenta durante a gravidez para conferir ao bebê imunidade.
Ao longo dos anos seguintes, 211 dessas crianças desenvolveram alguma desordem psiquiátrica, como esquizofrenia ou transtorno delirante. Os resultados indicaram que crianças que tinham maiores níveis do anticorpo anti-gliadina apresentaram o dobro de risco de terem um problema psiquiátrico do que as crianças com quantidades normais do anticorpo. A associação continuou a mesma mesmo depois de a equipe adequar os resultados para fatores que ajudam a desencadear desordens psiquiátricas, como idade da gestante e peso do bebê ao nascer.
De acordo com Hakan Karlsson, que coordenou o trabalho, esses dados reforçam a ideia de que os riscos de uma desordem psiquiátrica podem ser moldados por, além de genes e estilo de vida, fatores associados à gestação da mãe. “No entanto, isso não significa de maneira alguma que todo o tipo de sensibilidade a alimentos provoquem esquizofrenia”, diz o pesquisador.

CONHEÇA A PESQUISA:
Título original: Maternal Antibodies to Dietary Antigens and Risk for Nonaffective Psychosis in Offspring
Onde foi divulgada: periódico American Journal of Psychiatry
Quem fez: Hakan Karlsson, Åsa Blomström, Susanne Wicks, Shuojia Yang, Robert Yolken e Christina Dalman 
Instituição: Instituto Karolinska, Suécia, e Universidade Johns Hopkins Estados Unidos
Dados de amostragem: 764 recém-nascidos
Resultado: Sensibilidade da mãe ao glúten está associada ao dobro do risco do filho apresentar uma desordem psiquiátrica, como esquizofrenia ou transtorno delirante, ao longo da vida

Fonte: Revista VEJA

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Comer ovos no café da manhã mantém a fome distante até o almoço


Um estudo descobriu que quando as pessoas comem ovos mexidos no café da manhã ficam com menos fome na hora do almoço do que aquelas que começam o dia com cereais. O estudo concluiu que um ovo é capaz de fazer com que as pessoas se sintam satisfeitas por mais tempo do que outros alimentos. As informações foram publicadas no Daily Mail.
No estudo, 20 pessoas saudáveis comeram no café da manhã dois ovos mexidos ou uma tigela de cereal a cada dia, durante uma semana. O Congresso Europeu sobre Obesidade disse que as refeições eram semelhantes em tamanhos e tinham o mesmo número de calorias. Eles também tinham a mesma quantidade de proteínas, carboidratos e gordura. Em seguida, na fase de preparação para o almoço, os voluntários foram questionados sobre intensidade de sua fome. Eles tiveram acesso a um buffet e a quantidade que cada um comeu foi monitorada. Finalmente, exames de sangue foram feitas.
Os resultados mostraram que as pessoas se sentiram mais completas após o café da manhã com ovo. Isto levou-os a comer menos do buffet. Os exames de sangue mostraram diferenças distintas nos níveis de hormônios do apetite. Os níveis de grelina, que é associado com a sensação de fome, foram menores nos que comeram ovo. Esses efeitos de saciedade são geralmente atribuídos ao elevado nível de proteína que ele contém.
Neste estudo, o cereal continha a mesma quantidade de proteína que os ovos mexidos, e, com isso, os investigadores da Louisiana State University deduziram que a qualidade da proteína é importante.
Fonte: Portal Terra Saúde

Veja algumas dicas simples para perder peso


Sempre acontece o mesmo com todo mundo: as pessoas prometem eliminar todos os alimentos ricos em gordura da dieta, mas no dia seguinte voltam a comer biscoitos, aproveitam para tomar drinques no happy hour e em pouco tempo, a dieta é sabotada.
Para ajudar essas pessoas, o site Health fez uma lista para ajudar as pessoas a perderem peso aos poucos, ajustando a dieta à vida e ao dia a dia.
Troque a sua listinha de prioridades: evite pedir pratos elaborados nos restaurantes e determine alguns dias para comer apenas salada e frango grelhado.
Fuja dos lanchinhos: evite comprar salgadinhos, pipocas, chocolates ou todos esses pacotes de guloseimas que são vendidos no supermercado. Te obrigar a ir ao mercado cada vez que te dá vontade, faz você desistir de comer.
Faça um café da manhã de 300 calorias: misture proteínas, grãos integrais e, com isso, você irá conseguir evitar devorar grandes pratos na hora do almoço.
Mova-se: quando você já não entrar mais na calça jeans, passe a dedicar pelo menos 20 minutos do dia para uma corrida.
Pare de fumar: troque um vício pelo outro: deixe de fumar e crie adoração pela academia. Esta é a melhor forma de você se sentir mais saudável.
Faça uma limpeza: limpe sua despensa e substitua os alimentos mais calóricos por sementes de girassol torradas ou cereais de chocolate.
Torne seu happy hour mais saudável: depois do trabalho, as pessoas costumam combinar de sair para comer ou beber alguns drinques. No lugar, combine uma caminhada ou exercícios em grupo.
Faça uma play list: carregue seu tocador de músicas com sons animados e que te façam ter ainda mais vontade de fazer exercícios e deixe seu treino animado.
Prefira os vegetais: acrescente vegetais em alimentos que teoricamente seriam mais gordurosos como a pizza, por exemplo.
Faça exercícios de 5 minutos: faça alguns ataques de exercícios nos tempos livres. Faça polichinelos ou abdominais durante comerciais de televisão ou uma dança enquanto lava pratos.

Conselho Federal de Medicina define critérios de diagnóstico de anencefalia


O Conselho Federal de Medicina (CFM) definiu os critérios para diagnóstico de fetos com anencefalia (sem cérebro ou parte dele). As regras foram publicadas no "Diário Oficial da União" desta segunda-feira.
A chamada "anencefalia" é uma grave malformação fetal que resulta da falha de fechamento do "tubo neural" (a estrutura que dá origem ao cérebro e a medula espinhal), levando à ausência de cérebro, calota craniana e couro cabeludo. A junção desses problemas impede qualquer possibilidade de o bebê sobreviver, mesmo se chegar a nascer.
O Supremo Tribunal Federal (STF) legalizou há um mês a interrupção da gravidez nesses casos. As grávidas de fetos anencéfalos poderão optar por interromper a gestação com assistência médica e sem risco de serem penalizadas.
Segundo a nova resolução, o diagnóstico de anencefalia deve ser feito por exame de ultrassom realizado a partir da 12ª semana de gestação, contendo fotos que demonstrem a ausência da calota craniana, além de laudo assinado por dois médicos, capacitados para tal diagnóstico.
De acordo com o CFM, "concluído o diagnóstico de anencefalia, o médico deve prestar à gestante todos os esclarecimentos que lhe forem solicitados, garantindo a ela o direito de decidir livremente sobre a conduta a ser adotada, sem impor sua autoridade para induzi-la a tomar qualquer decisão ou para limitá-la naquilo que decidir".
"É direito da gestante solicitar a realização de junta médica ou buscar outra opinião sobre o diagnóstico. Ante o diagnóstico de anencefalia, a gestante tem o direito de manter a gravidez ou interromper imediatamente a gravidez, independente do tempo de gestação, ou adiar essa decisão para outro momento", diz o texto.
A resolução do CFM diz ainda que "se a gestante optar pela manutenção da gravidez, ser-lheá assegurada assistência médica pré-natal compatível com o diagnóstico. Tanto a gestante que optar pela manutenção da gravidez quanto a que optar por sua interrupção receberão, se assim o desejarem, assistência de equipe multiprofissional nos locais onde houver disponibilidade."
Fonte: Portal G1